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  • 13/07/2017
  • Análise Mercado de Escritórios Junho 2017 - Mercado de Escritórios em linha com 2016
  • Em Junho a área contratada registou valores inferiores ao mês homólogo do ano anterior, com 12.668 m2 face a 27.050 m2, no entanto, numa análise global, 2017 encontra-se em linha com 2016. A prestação do mercado entre Janeiro e Junho de 2017 ficou 1% abaixo de 2016, com 77.425 m2 face aos 78.593 m2.

    Acreditamos que o mercado chegará ao final do ano com um take-up não inferior aos 150.000 m². Actualmente, existem em pipeline transacções que irão ter um forte impacto na absorção de escritórios deste ano, como é o caso da Vieira de Almeida e a da WPP que prevêem mudar as suas instalações para a zona ribeirinha. Estas duas resultarão num incremento de cerca de 13.000 m² no take-up anual.

    No primeiro semestre do ano, foram registadas 129 operações, correspondendo a mais 34 transacções do que em igual período do ano anterior. O maior número de operações verificou-se no Corredor Oeste (Zona 6), com 36% das transacções ocorridas. No extremo oposto, o Parque das Nações (Zona 5) registou quatro operações.

    Analisando a distribuição geográfica dos m² colocados, o Corredor Oeste (Zona 6) e o Prime CBD (Zona 1) registaram a maior área contratada entre Janeiro e Junho, traduzido em 22.185 m2 e 15.398 m2, respectivamente.
    Avaliando a absorção por intervalo de área contratada até Junho do ano em curso, verifica-se que na zona 1 (Prime CBD), zona 2 (CBD), zona 5 (Parque das Nações) e zona 6 (Corredor Oeste) pelo menos 50% das transacções registaram uma superfície inferior a 300 m2.

    Relativamente à superfície média contratada por transacção, esta aumentou diminuiu de 27%, de 827 m2 em Junho de 2016 para 600 m2 em Junho de 2017.
    Da área contratada até Junho de 2017, apenas quatro transacções foram referentes a edifícios de escritórios novos, com uma representação de 17% da área total contratada no período em análise (13.070 m²).

    No mês de Junho de 2017, o sector “Consultores e Advogados” destacou-se, tendo sido responsável por 54% da área contratada (6.795 m2 num total de 12.668 m2). Verificamos que a contratação a mudança da Abreu Advogados para a Av. Infante D. Henrique foi a principal responsável pelo peso do sector “Consultores & Advogados” nas transacções de Junho.
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  • 16/06/2017
  • AGUIRRE NEWMAN - Mercado de escritórios com crescimento de 26% até Maio
  • Em Maio a área contratada registou valores inferiores ao mês homólogo do ano anterior, com 11.354 m2 face a 12.887 m2, no entanto o ano de 2017 permanece com valores acima de 2017. A prestação do mercado entre Janeiro e Maio de 2017 ficou 26% acima de 2016, com 64.757 m2 face aos 51.543 m2.

    Nos primeiros cinco meses do ano, foram registadas 108 operações, correspondendo a mais 42 transacções do que em igual período do ano anterior. O maior número de operações verificou-se no Corredor Oeste (Zona 6), com 35% das transacções ocorridas. No extremo oposto, o Parque das Nações (Zona 5) apenas registou uma operação.

    Analisando a distribuição geográfica dos m² colocados, o Corredor Oeste (Zona 6) e o Prime CBD (Zona 1) registaram a maior área contratada entre Janeiro e Maio, traduzido em 19.237 m2 e 14.972 m2, respectivamente.

    Avaliando a absorção por intervalo de área contratada até Março do ano em curso, verifica-se que na zona 1 (Prime CBD), zona 2 (CBD) e zona 6 (Corredor Oeste) mais de 50% das transacções registaram uma superfície inferior a 300 m2.
    Relativamente à superfície média contratada por transacção, esta aumentou diminuiu de 23%, de 781 m2 em Maio de 2016 para 600 m2 em Maio de 2017.

    Da área contratada até Maio de 2017, apenas duas transacções foram referentes a edifícios de escritórios novos, com uma representação de 12% da área total contratada no período em análise (7.827 m²).

    No mês de Maio de 2017, o sector “TMT’s & Utilities” destacou-se, tendo sido responsável por 35% da área contratada (4.045 m2 num total de 11.643 m2). Verificamos que a contratação de área da Nokia para o Alfrapark e da Pipedrive para o Atrium Saldanha são responsáveis pelo peso do sector “TMT’s & Utilities” nas transacções de Maio.
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  • 16/05/2017
  • Novos escritórios para os próximos 2 anos já estão 75% ocupados
  • Durante os próximos 2 anos, o mercado de escritórios de Lisboa contará com um aumento no stock de escritórios na ordem 58.000 m² de área de escritórios (ABC), através da conclusão de seis novos projectos.

    Desta nova disponibilidade, cerca de 75% da área que entrará no mercado já se encontra com contratos de pré-arrendamento, tendo estes sido estabelecidos mesmo antes do início da construção. Verifica-se assim que apenas cerca de 11.000 m² se referem a construção especulativa, referente aos edifícios Marquês de Pombal 14 e Camilo Castelo Branco 36 – 44.

    Considerando os projectos em pipeline no mercado de Lisboa para os próximos anos, a zona ribeirinha é a que apresenta maior expressão, com 28.200 m² em construção. Em curso estão os seguintes três projectos: o Edifício Abreu Advogados, Edifício Vieira de Almeida e Av. 24 de Julho 62 – 44. A zona do Prime CBD contará com a conclusão do Edifício Fontes Pereira de Melo 41 e Marquês de Pombal 14, contribuindo com cerca de 23.000 m² para o aumento do stock.

    Actualmente a construção especulativa é uma realidade pouco presente no sector de escritórios, muito justificada pela crise económica que o país atravessou, que levou a uma perda de confiança dos investidores no mercado imobiliário português.

    A partir de 2012, a construção de novos escritórios veio a registar valores bastante inferiores aos que se verificavam até então como se consegue verificar no quadro abaixo.
    Ainda que com um ligeiro aumento nos níveis de construção nos últimos anos, estes valores ainda se encontram aquém do que se verificou no período 2006 – 2011.

    A diminuição visível da entrada de novos projectos, aliada ao aumento da procura por espaços de escritórios de qualidade, tem tido como consequência directa uma diminuição da taxa de disponibilidade, em Lisboa. Actualmente, face ao stock de escritórios existente, a taxa de disponibilidade situa-se em cerca 10%, com o Parque das Nações e Prime CBD a registar os menores valores, 3,22% e 6,86%, respectivamente.

    Existe uma grande necessidade de construção de novos escritórios de qualidade. Portugal, e com maior expressão a cidade de Lisboa, têm sido procurados por muitas empresas internacionais de grande dimensão, tais como a Teleperformance que instalou o Centro de Inovação Global do Grupo em Portugal ou a Janssen Cilag que ocupou os 4.900 m² do edifício Lagoas Park 9.

    Apesar de já ser uma realidade em algumas empresas nacionais, a preferência por edifícios com grande eficiência energética é um requisito constante e comum da procura das empresas multinacionais. Desta forma, a carência de escritórios que vão ao encontro das características da procura é ainda mais significativa no mercado actual.A longo prazo, espera-se uma expansão de zonas de Lisboa menos desenvolvidas, como é o caso das zonas ribeirinhas de Alcântara e da Matinha (junto à Expo). Adicionalmente, terrenos no centro da cidade com disponibilidade de construção, como o terreno na Feira Popular e Amoreiras, também surgirão como opção de resposta à necessidade de escritórios.
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  • 05/04/2017
  • AGUIRRE NEWMAN patrocinadora Platina de mais um Prémio Nacional de Reabilitação Urbana
  • A Aguirre Newman foi a consultora imobiliária que patrocinou pelo quinto ano consecutivo a quinta edição do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2017 que se realizou na passada quarta-feira e que distinguiu o que melhor se fez em reabilitação em 2016 à escala nacional. Para além do patrocínio, a Aguirre Newman deu apoio técnico através do seu departamento de arquitectura, na análise às 82 candidaturas, oriundas de 22 concelhos de Portugal.

    A consultora marcou também presença na Semana da Reabilitação Urbana, no espaço Capitólio em Lisboa.

    Iniciativa da Vida Imobiliária e da Promevi, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana tem como objectivo reconhecer projectos de reabilitação urbana nas categorias de uso residencial, comercial, serviços e turismo, bem como intervenções de reconhecido impacto social, incluindo equipamentos, iniciativas de requalificação em bairros ou que induzam a um benefício social evidente.

    Nesta quinta edição, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana recebeu 82 projectos candidatos e distinguiu 9, foram eles: Melhor Intervenção de Uso Residencial – Ed. na Rua Rodrigo da Fonseca, 45 a 49 (Lisboa); Melhor Intervenção Turística – Agroturismo Melgaço (Melgaço); Melhor Intervenção de Comércio & Serviços – Centro Corporativo da Santa Casa da Misericórdia (Porto); Melhor Intervenção de Impacto Social – Estufas Tropicais do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (Coimbra); Melhor Intervenção de Restauro – Recuperação do Convento e Igreja de S. Francisco e Novo Núcleo Museológico (Évora); Melhor Intervenção Cidade de Lisboa – Ed. 8 Building (Lisboa); Menção Honrosa com menos de 1.000m² - Recuperação das Instalações da Sociedade de Cerâmica Antiga (Coimbra) e Projecto da Sotheby’s International Realty no Carvoeiro (Lagoa) e Menção Honrosa para a Melhor Solução de Eficiência Energética – Edifício Padaria (Porto).

    Para Patrícia Liz, Managing Partner da Aguirre Newman com o pelouro da Arquitectura: ”É com grande convicção que continuamos a apoiar esta iniciativa de sucesso, que através de uma equipa qualificada e sob o crivo exigente de um Júri de alto nível, distingue, com a aconselhada diversidade de pontos de vista, quem melhor dá vida à reabilitação no nosso país. Foi com forte entusiasmo que os nossos arquitectos Alexandre Coelho e Ricardo Rodrigo prestaram uma vez mais, a assistência necessária ao processo de análise das candidaturas. O PNRU está novamente de Parabéns.”
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  • 01/03/2017
  • Mais um ano de Excelente desempenho para a AGUIRRE NEWMAN
  • Aguirre Newman apresentou os seus resultados de 2016 e refere que terminou o ano de forma extremamente positiva, no qual todos os departamentos da consultora imobiliária alcançaram resultados muito positivos.

    O Departamento de Avaliações sob a nova direção de Miguel Mesquita Figueiredo registou um excelente comportamento, crescendo a vários níveis através da diversificação da sua carteira de clientes, com especial enfoque nos portfólios no sector de Hotelaria e nas sociedades gestoras de fundos de investimento. A área de construção avaliada foi de 2,8 milhões de m² mais 6,3 milhões de m² de terreno, com um valor global superior a 2,26 mil milhões de euros.

    Também o Departamento de Consultoria manifestou um crescimento significativo, destacando-se pelos processos de Due Diligence em 85 ativos (Escritórios, Retalho, Development, entre outros).

    O Departamento de Arquitectura teve o seu melhor ano de sempre em Portugal, com um forte crescimento no número de projectos em modelo chave-na-mão mas também na concepção, direcção e fiscalização dos mesmos. Desenvolveu mais de 15.000 m² de projetos de fit-out de escritórios incrementando a sua actuação nas áreas de construção de raiz e reabilitação. É também de salientar a entrada em 2017 com vários processos em curso, quer na área de project management, due diligence técnicas como em modelo chave-na-mão.

    O Departamento de Investimento, assessorou a comercialização de activos que ascenderam os 300 milhões de euros e trouxe para 2017 uma excelente pipeline quer na vertente de capital markets quer na de development.

    O Departamento de Retalho foi também uma aposta ganha sob a nova direcção de Cristina Cristóvão, onde se registou boa dinâmica na angariação de novas oportunidades de comercialização e na realização de várias transacções, tendo como principal destaque o incremento de resultados no Procurement no sector da restauração para a Domino’s Pizza, com a colocação de mais 6 lojas, perfazendo um total de 13 lojas no espaço de 2 anos.

    A Aguirre Newman continua a fazer crescer o seu portfólio sob gestão, estando neste momento com uma área de cerca de 200.000m² através do Departamento Property Management e mais 59.000m² geridos pelo Departamento Asset Management.

    Paulo Silva, Managing Director da Aguirre Newman mostra-se satisfeito e comenta “A facturação em 2016 registou um crescimento de 12%, sustentado numa elevada qualidade dos níveis de serviços prestados por uma fantástica equipa. Já temos claros indicadores que nos permitem dizer, com grande conforto, que em 2017 faremos mais e melhor”.

    Patrícia Liz, Managing Partner da empresa acrescenta “foi mais um ano de crescimento orgânico bem sucedido, os novos elementos integraram-se de forma exemplar e hoje estamos ainda mais preparados para toda a sofisticação que o mercado exige. O Porto foi também uma aposta muito satisfatória e conseguimos de facto alcançar os objectivos a que nos propusemos em 2016 - crescer na generalidade das áreas que abarcamos e consolidar as novas áreas de negócio, com claros indicadores de reconhecimento da nossa qualidade de serviço”.
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